Dados estatísticos de magistrados (taxa de procedência, classes mais julgadas, tempo médio de tramitação, valores médios de condenação) vêm de fontes públicas: DataJud (CNJ), Diários de Justiça Eletrônicos (DJE), portais oficiais dos tribunais. Não há mistério — é dado público estruturado.
O que esses dados mostram (com rigor):
- Padrão decisório histórico em casos similares ao seu (mesma classe, mesmo assunto)
- Taxa de procedência: % de decisões favoráveis à parte autora em determinada classe
- Tempo médio de tramitação até sentença (útil para gestão de expectativa do cliente)
- Classes processuais frequentes (especialização de fato do magistrado)
O que NÃO mostram (limitações reais):
- Como o juiz decidirá SEU caso específico (correlação ≠ causação)
- Razões qualitativas da decisão (cada caso tem nuances únicas)
- Mudanças recentes de entendimento (dados são históricos, podem estar desatualizados)
- Pressões institucionais ou contextuais do momento (Ano Eleitoral, recesso, etc.)
ℹ️Use estatísticas de juízes como BASELINE, não como predição. Se a taxa histórica de procedência em "dano moral por negativação" do Dr. X é 78%, sua peça precisa estar melhor que a média para não cair no 22%.